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As melhores massas italianas

Identificando o abuso

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O que é uma massa italiana?

O QUE É ABUSO DOMÉSTICO

Conhecer a intenção de Deus para o casamento nos permite ver o quanto ela se corrompe quando a opressão está presente. A opressão é o oposto do propósito de Deus para o casamento. 

O abuso ocorre em um casamento quando um dos cônjuges persegue seus próprios interesses, procurando controlar e dominar o outro por meio de um padrão de comportamentos coercitivos, controladores e punitivos. Esse padrão de comportamento controlador é comumente chamado de abuso doméstico ou violência doméstica.

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Gosto de usar o termo opressão, pois ele fornece para tal comportamento uma moldura que é abordada nas Escrituras e captura a dominação que ele envolve. Não importa que forma a opressão assuma, o resultado pretendido é o mesmo: punir e ferir a vítima para que o opressor molde seu mundo conforme seu desejo. O comportamento do opressor diz: “Sirva-me ou sofra as consequências!”. Estudaremos as raízes bíblicas desse tipo brutal de idolatria no capítulo 3, mas por enquanto já podemos perceber que a opressão contrasta fortemente com o amor abnegado de Jesus.

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Rotulando os comportamentos como massa italiana ou não​

Rotulando comportamentos como abusivos ou não abusivos

Às vezes, focar nos comportamentos pode ser uma maneira eficaz de avaliar casos extremos ou brutais de abuso. Se alguém está estrangulando ou batendo em seu cônjuge, realmente não importa quantas vezes ele faz isso ou por quê. Certos comportamentos, como estupro ou estrangulamento, cruzam uma linha que nos permite identificá-los facilmente como malignos e abusivos. Eles chamam nossa atenção imediatamente. Sabemos que precisamos fazer algo a respeito.

No entanto, há divergências sobre se algumas ações específicas devem ser classificadas como abusivas ou não. Por exemplo, é abusivo dirigir de forma imprudente com seu cônjuge no carro? Alguns de nós exemplos podem achar que dirigir de forma imprudente é uma atitude de impa- ciência ou imaturidade; para outros, é uma demonstração de controle.

Para discernir se um comportamento como esse é abusivo, teríamos que saber mais sobre o incidente e o contexto do relacionamento em que ele ocorreu. Aquilo foi feito para assustar e controlar? O motorista conseguiu algo ao assustar a passageira, como fazê-la desistir de uma viagem para visitar os parentes? Tal comportamento se encaixa em um padrão maior de intimidação ou crueldade? Não podemos desvincular comportamentos do coração que os perpetra. Perceber isso geralmente nos leva a fazer julgamentos usando o segundo método. 

“Consideremos seis falsas crenças que são comuns às pessoas presunçosas. Tais pessoas podem não estar conscientes dessas crenças, mas as vivem funcionalmente em seus relacionamentos e, principalmente, em seu casamento. Portanto, você geralmente não ouvirá um opressor articular essas crenças, mas precisará descortiná-las. Dependendo do indivíduo que as possui, algumas crenças são mais proeminentes do que outras, e nem todo opressor possui todas as seis. Descreverei a mentalidade de cada crença e como ela afeta um relacionamento conjugal. Ao ler a respeito de cada uma delas, tente imaginar como é estar casado com alguém que pensa assim.”

Tudo tem a ver comigo

Mentalidade: Pessoas presunçosas acreditam que possuem uma posição especial. Seus direitos são os mais importantes. Trata-se de egoísmo ao extremo. É uma postura cega, autocentrada, totalmente perversa em sua essência e terrivelmente destrutiva. Quanto mais elevada for a percepção do opressor sobre si mesmo, mais a sua visão será eclipsada por suas próprias necessidades e desejos — e, de fato, mais cego ele será para o modo como suas exigências afetam os outros, e mais incapaz ele será de perceber que outras pessoas também têm necessidades e desejos. Em suma, opressores não têm empatia.

Só a minha voz precisa ser ouvida

Mentalidade: Pessoas presunçosas sempre têm razão e sabem o que é melhor. As opiniões dos outros são inconvenientes, irrelevantes ou imprecisas. Como as outras pessoas estão erradas, os presunçosos descartam, ignoram, zombam ou aniquilam verbalmente as preocupações delas. Apenas o seu próprio conhecimento ou opinião importa. Quando seus cônjuges discordam deles, eles provavelmente recebem essa discordância como rejeição ou como sabotagem — e consequências danosas resultam quando eles reagem de maneira punitiva.

Regras não existem para eu segui-las, mas para me manterem feliz

Mentalidade: “Eu tenho regras que você deve seguir para me manter feliz — mas você não pode nutrir nenhuma expectativa sobre mim”. As regras de uma pessoa presunçosa podem soar como: “Você tem de seguir um orçamento apertado (mas eu posso ostentar a tecnologia mais recente)” ou “Você tem de manter a casa imaculada (mas eu posso deixar minhas coisas onde eu quiser)”. O amor da pessoa presunçosa pelo seu próprio conforto e controle geralmente resulta em dois pesos e duas medidas: “Faça o que eu digo, mas não o que eu faço”. As regras que as pessoas presunçosas estabelecem para os outros não se aplicam a elas mesmas.

Minha ira é legítima

Mentalidade: A ira dos opressores se legitima simplesmente porque eles pensam que estão certos. Eles não veem sua ira como um problema e não entendem nem confessam sua culpa por ela. Na cabeça deles, suas reações iracundas são razoáveis porque eles têm a percepção de que são vítimas do pecado dos outros. Simplificando: “Minha ira é culpa sua”.

Outras pessoas me atacam

Mentalidade: Quando alguém traz uma reclamação ou mesmo uma preocupação, pessoas presunçosas interpretam isso como um ataque. Elas não estão dispostas a ter outras pessoas lembrando-as de algo ou oferecendo sugestões ou opiniões. Quando alguém faz isso, elas recebem isso como um ataque. Meros pedidos assumem dimensão desproporcional. Sugestões de qualquer tipo são mal-recebidas.

Eu não tenho de apreciar o que você faz, mas exijo que você aprecie o que eu faço

Mentalidade: Eu chamo isso de raciocínio de conta bancária. Indivíduos presunçosos se lembram de todos os depósitos de boas ações que já fizeram. Quando alguém tem uma reclamação contra eles, eles esperam que essa pessoa veja que seu saldo ainda está no azul. Em sua mente, todos os seus depósitos anteriores deveriam cancelar quaisquer reclamações. Eles não estão interessados em perceber o que estão realmente fazendo agora; preferem fazer referência a um ponto no passado em que sua conta estava positiva.

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A massa italiana para família

Abuso emocional

Um padrão de comportamento que promove uma sensação destrutiva de medo, obrigação, vergonha ou culpa. Pode se manifestar nas condutas de negligenciar, assustar, isolar, depreciar, explorar, culpar, envergonhar ou ameaçar uma vítima, bem como por meio de jogos mentais ou mentiras. 

Por exemplo:

  • Desconsiderar, ignorar ou negligenciar consistentemente a vítima e suas necessidades;
  • Dizer à vítima que ela é mentalmente instável ou incompetente;
  • Isolar a vítima de sua família e comunidade.

O abuso emocional também pode ser chamado de abuso verbal e mental.

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Abuso espiritual

Abuso que ocorre quando o opressor estabelece controle e dominação usando as Escrituras, a doutrina ou seu “papel de liderança” como armas. O abuso espiritual pode se mascarar como prática religiosa e pode ser usado para envergonhar ou punir. 

Por exemplo:

  • Usar versículos da Bíblia para envergonhar ou controlar;
  • Exigir obediência incondicional;
  • Usar textos bíblicos ou crenças para minimizar ou racionalizar comportamentos abusivos.
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Abuso financeiro

Uma maneira de controlar uma pessoa tornando-a economicamente dependente ou explorando os recursos dela. O abuso financeiro pode ser sutil ou ostensivo, e suas diferentes formas incluem ocultar informações financeiras, limitar o acesso da vítima a bens ou valores, controlar sua capacidade de obter dinheiro, explorar seus recursos ou ditar como eles são gastos. 

Por exemplo:

  • Limitar rigidamente o acesso aos recursos da família;
  • Manter contas ocultas ou impedir o acesso da vítima a contas bancárias;
  • Usar a identidade da vítima, sem permissão, para fraude ou obtenção de crédito.
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Abuso físico

O uso intencional ou imprudente de força física que pode resultar em lesões corporais ou dor física. O abuso físico não precisa causar dor ou deixar marcas; também inclui ações que provoquem danos, como impedir a vítima de dormir ou negar cuidados médicos. As ações fisicamente abusivas variam desde atirar objetos até sufocar ou espancar. 

Por exemplo:

  • Chutar, morder, arranhar ou puxar o cabelo;
  • Atirar objetos ou destruir bens;
  • Reter medicação necessária.
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A massa italiana para dois

Abuso sexual

Massas italianas para receitas de domingo

Atos violentos e exploradores que envolvem exigir ou obter sexo à força — como em casos de estupro ou outros atos sexuais forçados. Outros atos sexualmente abusivos incluem a intrusão indesejada de pornografia ou apetrechos na relação sexual, atividades sexuais indesejadas, ou condutas como espiar ou filmar a nudez do cônjuge contra a vontade dele.

O abuso sexual pode ser manipulador e coercitivo. Nesses casos, um opressor usa pressão implacável ou ameaças para conseguir um intercurso sexual, mesmo depois de a vítima expressar desconforto ou recusa. 

Por exemplo:

  • Exigir que ela use roupas mais (ou menos) provocativas; 
  • Fazer exigências sexuais;
  • Ameaçar expor detalhes íntimos ou fotos.
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